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Guia OUTLIER 11 min de leitura

Burpee Broad Jumps no HYROX: qual é um bom tempo e o que acontece na corrida seguinte?

Compare sua parcial nos Burpees por sexo, idade e divisão, com Brasil e internacional separados. Veja também a quarta e a quinta corrida do mesmo grupo.

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Como está sua parcial nos Burpees?

Escolha seu grupo e consulte a estação e a corrida seguinte. Seu tempo é opcional. Sem nome, busca de inscrição ou cadastro.

Use a divisão publicada no seu resultado individual. Duplas e revezamentos ficam fora desta consulta.

Local do evento, não nacionalidade. Os recortes têm períodos e participantes diferentes.

Sua parcial nos Burpees · opcional

Digite a parcial publicada da estação, não o tempo total da prova nem um treino isolado.

Para olhar sua própria sequência de corrida e estações, encontre a participação na central e veja a prévia grátis disponível. O diagnóstico completo é pago e opcional.

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Neste artigo

Um bom tempo nos Burpee Broad Jumps precisa ser lido junto da prova que vem depois. A parcial mostra quanto durou a estação. Ela não explica, sozinha, como você executou os movimentos, onde fez pausas ou em que condição voltou a correr.

Neste guia, a consulta permite escolher sua categoria individual, idade e local das provas. Você pode apenas conhecer a referência ou digitar sua parcial. Nos recortes com amostra suficiente, o painel também mostra o que aconteceu entre a quarta corrida, antes dos Burpees, e a quinta, depois da estação.

São participações reais da base OUTLIER. Brasil e internacional ficam separados, e o tamanho da amostra aparece junto dos tempos. A proposta é ajudar você a fazer perguntas melhores sobre sua prova, sem transformar uma diferença de relógio em promessa de ganho.

Como funcionam os Burpee Broad Jumps no HYROX?

Os Burpee Broad Jumps são a quarta estação do HYROX, depois da quarta corrida. No regulamento individual da temporada 26/27, a distância é de 80 metros, tanto no Open quanto no Pro. O deslocamento é feito com burpee e salto para a frente; não existe uma quantidade única de repetições para todos.

O padrão inclui contato do peito com o chão e saída e aterrissagem simultâneas dos dois pés no salto. Há critérios específicos para a posição das mãos, o início de cada trecho e a passagem da linha final. Confira o regulamento oficial individual, seção 8.4 para os detalhes e penalidades.

Open e Pro continuam separados na nossa consulta. Embora a distância dos Burpees seja a mesma, o atleta chega à estação depois de outras exigências, e os participantes de cada divisão têm perfis diferentes. Uma referência menor no Pro não demonstra que a estação seja mais fácil nessa divisão.

Qual é um bom tempo nos Burpees?

Comece comparando com a mesma categoria e, quando houver suporte, com a mesma faixa etária. Não existe um único corte que classifique igualmente todas as pessoas e provas.

No Open masculino brasileiro, reunindo as idades disponíveis, o tempo típico foi 5:34, com metade central das parciais entre 4:40 e 6:46. Foram 2.370 participações em cinco edições. No Open feminino brasileiro, o tempo típico foi 6:39, com faixa central de 5:30 a 8:18, em 827 participações nas mesmas cinco edições.

Esses são pontos de partida. Na consulta, você pode restringir a idade e mudar a divisão sem misturar as categorias. Usamos nomes simples para os referenciais:

  • Tempo típico: o meio do grupo, com aproximadamente metade das parciais de cada lado.
  • Faixa mais comum: a metade central dos tempos observados.
  • Referência da frente: a marca que delimita aproximadamente os 25% mais rápidos do recorte.

Ficar na frente dessa referência descreve sua parcial entre as participações incluídas. Não é uma avaliação completa de condicionamento, uma posição oficial ou um percentual individual exato. Os valores são arredondados ao segundo e podem ter empates.

Um exemplo: Open masculino de 35–39 anos

Imagine uma participação com parcial de 5:00 nos Burpees. Esse tempo é ilustrativo; não estamos identificando um atleta.

Ao selecionar Open masculino, 35–39 anos e Brasil, a consulta encontra 568 participações em cinco edições. O tempo típico é 5:24, com faixa mais comum de 4:35 a 6:39. Os 5:00 do exemplo ficam dentro dessa faixa e 24 segundos abaixo do tempo típico.

Ao escolher internacional, o grupo passa a 19.745 participações em 67 edições. O tempo típico é 5:35, com faixa central de 4:38 a 6:53. A mesma parcial fica 35 segundos abaixo dessa outra referência.

Seu resultado não melhorou ao trocar o filtro. Mudou o conjunto usado para comparar. Os recortes têm períodos e composição diferentes; “Brasil” e “internacional” indicam o local do evento, não a nacionalidade. Não usamos essa diferença para classificar um país como melhor que outro.

O que aconteceu na corrida seguinte?

No exemplo brasileiro de 35–39 anos, a quarta corrida teve tempo típico de 5:11 e a quinta de 5:22, com arredondamento ao segundo. Mas a mudança típica calculada em cada participação foi de 10 segundos a mais na quinta corrida. São cálculos diferentes: a mediana das diferenças individuais não precisa coincidir com a diferença entre duas medianas.

Nesse grupo, 426 das 568 participações — 75% — tiveram a quinta corrida mais longa que a quarta. Isso descreve o que aconteceu na amostra. Não significa que você tenha 75% de chance de desacelerar, nem que os Burpees tenham causado uma perda de 10 segundos.

O painel da consulta acompanha o grupo escolhido. Ele mostra as duas parciais e a mudança típica, sem calcular uma quinta corrida prevista a partir do seu tempo na estação. Também não converte essas durações em pace por quilômetro: as linhas de cronometragem e o traçado de cada evento precisam ser considerados antes dessa conversão.

Nos recortes de todas as idades, a mudança típica brasileira variou de 6 a 10 segundos a mais, conforme sexo e divisão. No internacional, variou de 5 a 10 segundos a mais. São resumos de distribuições: há participações com pouca mudança, outras com quinta corrida mais curta e outras com aumento maior. A faixa e a composição do grupo importam mais do que decorar um único número.

Isso prova que acelerar os Burpees prejudica a corrida?

Não. Nossa análise não comparou a mesma pessoa fazendo duas estratégias em condições controladas. Participantes que levam mais tempo nos Burpees também podem levar mais tempo para correr, por razões que já existiam antes da estação.

Por isso, além de descrever a sequência, testamos a relação dentro do mesmo evento, sexo, divisão e faixa etária, considerando o tempo da quarta corrida. No Open masculino, tanto no Brasil quanto no internacional, a ligação aparente entre as duas parciais ficou bastante menor quando esse contexto foi considerado. Parte do que parecia ser uma relação com os Burpees já acompanhava o padrão de corrida dos participantes.

O sinal positivo restante indica que parciais mais longas dos Burpees ainda tenderam a acompanhar quintas corridas mais longas nesse teste. Isso não demonstra que fazer a estação mais rápido provoque uma corrida mais lenta, nem permite dizer quanto tempo alguém ganharia mudando a estratégia.

Também verificamos diferenças entre edições e repetimos o cálculo retirando uma edição de cada vez. O Open masculino manteve o sinal positivo nos eventos com suporte. Outros grupos tiveram mais variação. No Pro feminino brasileiro, há 149 participações em quatro edições para a descrição, mas o teste ajustado por idade encontrou apenas 46 participações em uma edição que atingiram o tamanho mínimo de célula. Não usamos esse teste restrito como conclusão para todas as atletas do grupo.

Uma parcial não mede fadiga fisiológica, técnica ou esforço interno. Para essa discussão, leia também o guia de pace, constância e resistência à fadiga. O estudo de corrida e este levantamento ajudam a observar a prova; não substituem uma avaliação individual.

Como usar a comparação na sua própria prova

Uma pergunta útil é: minha parcial nos Burpees se destaca do restante da minha sequência ou acompanha o meu padrão de corrida?

Se você ficou atrás da faixa mais comum, vale olhar o que aconteceu na execução. Se ficou entre as parciais mais rápidas, a corrida seguinte também merece atenção. Nenhuma dessas posições identifica, por si só, a prioridade do seu treino.

  • Confira o resultado correto. Use a parcial da estação publicada na sua participação individual, com a categoria e a idade daquela prova.
  • Leia a sequência. Observe a quarta corrida, os Burpees e a quinta corrida, além das transições e das etapas restantes.
  • Acrescente o que o relógio não mostra. Pausas, dificuldades de movimento e decisões de ritmo precisam de registro ou observação; não podem ser deduzidas apenas da parcial.

Para rever sua própria sequência, abra a central de resultados OUTLIER, escolha uma prova disponível e encontre sua participação. A busca e a prévia grátis disponível não exigem cadastro. O diagnóstico completo é pago e opcional, com disponibilidade e oferta verificadas antes da compra.

Você também pode entender como funciona o diagnóstico HYROX e como interpretar sua prova além do tempo final. A consulta deste artigo é uma referência por grupo; a central conecta essa leitura ao seu resultado real.

Fonte e método desta análise

Fizemos uma extração somente de leitura da base OUTLIER em 26/10/2026, específica para provas individuais Open e Pro, masculinas e femininas. A amostra reteve 4.028 participações em cinco edições brasileiras, de 20/09/2025 a 18/10/2026, e 171.474 em 67 edições internacionais, de 19/07/2025 a 09/08/2026. O recorte internacional examinou 70 edições com datas previamente conciliadas; três não tiveram participações elegíveis após os filtros. Não é um censo mundial nem um levantamento de todas as provas recentes.

A unidade é uma participação em uma edição. A mesma pessoa pode aparecer em vários eventos. Retiramos visões agregadas de classificação e cópias repetidas, verificamos conflitos de identidade da participação e preservamos sexo, divisão e faixa etária publicados. Mantivemos uma correção pontual de sexo e classificação já conferida na fonte oficial no estudo anterior de estações.

No Brasil, partimos de 4.992 registros. Cinco não passaram na triagem inicial de tempo final e classificação. Depois, retiramos 469 com alerta histórico de resultado provisório, 409 com penalidade ou bonificação conhecida, 33 com divergência de soma armazenada, 42 com componentes incompletos ou fora dos critérios, três sem idade utilizável e três com corridas centrais extremas separadas para revisão.

No internacional, retiramos primeiro 141.474 registros de visões agregadas. Dos 212.436 restantes, 32 ficaram fora do intervalo amplo de triagem do tempo final. Nos 212.404 que seguiram, excluímos 18.425 com penalidade ou bonificação, 8.954 com alerta histórico de resultado provisório, 2.921 com divergência de soma armazenada, 5.932 com corridas ou componentes incompletos, 4.600 cuja soma diferiu do tempo final em mais de 30 segundos, 65 com corridas centrais extremas, 30 sem idade utilizável e três parciais dos Burpees abaixo do limite mínimo de um minuto adotado nesta análise.

Em 27/10/2026, conferimos as 26 parciais extremas inicialmente apartadas nas fichas e listas de categoria da plataforma oficial. Os tempos de estação, as corridas anterior e seguinte, o tempo final e a faixa etária coincidiram com o acervo. Reincorporamos 23 parciais longas, de 30:06 a 39:41. Os outros três valores — 43, 43 e 48 segundos — também estão publicados, mas permanecem fora da referência pelo critério mínimo já definido. A ficha não permite confirmar a execução completa dos 80 metros; não estamos afirmando erro de cronometragem ou irregularidade. Nenhuma das 26 fichas exibia penalidade ou desclassificação.

A revisão mudou a mediana internacional Open feminina de 30–34 anos de 6:39 para 6:40; na faixa de 50–54, o limite superior da faixa central passou de 9:12 para 9:14. As demais referências de estação e corrida exibidas ficaram iguais. Mesmo no teste incluindo os três valores curtos, essas foram as únicas mudanças nos tempos mostrados. Isso não transforma os extremos em metas de desempenho.

Exigimos oito corridas com rótulos e posições válidos, oito estações em posições distintas e uma Roxzone, além de conferir a soma com o tempo final. A estação precisava aparecer como “80m Burpee Broad Jump” na posição oito, entre “Running 4” e “Running 5”. Usamos limites amplos de revisão: prova entre 45 minutos e cinco horas; corridas 2–7 entre dois e 20 minutos; Burpees entre um e 30 minutos. Um tempo fora desses limites não é automaticamente inválido.

O campo explícito de resultado oficial ficou sem preenchimento nas participações retidas. Excluir alertas históricos conhecidos não equivale a homologar oficialmente toda a amostra. Também não conferimos nominalmente todas as participações. Os resultados e as correções oficiais continuam na plataforma de resultados HYROX; a OUTLIER apresenta uma interpretação independente, sujeita a atualização.

Os tempos típicos e os limites da faixa mais comum usam os percentis empíricos 25, 50 e 75, com interpolação e arredondamento ao segundo. Conferimos o exemplo brasileiro de 35–39 anos por ordenação dos tempos em um cálculo separado. Para as mudanças de corrida, calculamos a diferença quinta menos quarta em cada participação antes de encontrar os percentis do grupo.

Há 88 recortes por local, sexo, divisão e idade: 60 com referência completa, 12 iniciais e 16 sem suporte para interpretação. Exigimos pelo menos 50 participações em três edições para a referência completa; com 20 em duas edições, mostramos apenas o tempo típico dos Burpees. Abaixo disso, não exibimos tempos de referência nem interpretamos a corrida seguinte. São critérios de apresentação, não níveis de confiança. “Todas as idades” reúne as faixas disponíveis e não ajusta os tempos descritivos por idade.

O teste de associação usa posições com tratamento de empates, em células de evento × sexo × divisão × faixa etária com pelo menos 20 participações. A análise principal da quinta corrida considera também a quarta corrida; a opção “todas as idades” combina as células estratificadas por idade. Conferimos o sinal por evento e a sensibilidade à retirada de uma edição. Uma análise descritiva adicional usa outras corridas, inclusive posteriores, e não representa controle causal de capacidade prévia. Não calculamos probabilidades individuais nem tratamos participações repetidas como atletas independentes em testes de significância.

No Open masculino brasileiro, a associação por posições passou de 0,57 para 0,12 após considerar a quarta corrida; no internacional, de 0,67 para 0,16. São coeficientes descritivos, não percentuais de erro ou probabilidades. Os valores completos por grupo e as análises de sensibilidade ficam registrados no relatório de validação do levantamento.

Os dados não identificam a causa de uma mudança de ritmo, pausas, no-reps, comprimento de salto ou gasto fisiológico. As diferenças apresentadas não são minutos recuperáveis, e a relação observada não estabelece uma estratégia ideal de ritmo.